segunda-feira, 14 de novembro de 2011

para o caso da alemanha invadir a inglaterra

Eu olho pra isso tudo e fico me perguntando o motivo para as pessoas continuarem fazendo suas provocações. Isso seria fruto ou consequência do que, afinal? Raiva? Mágoa? Mesquinhez? Imaturidade? Falta do que fazer? Eu não sei, sinceramente. Mas é meio triste que as pessoas não consigam, simplesmente, seguir em frente. Não digo esquecer - lembrar certas coisas é realmente importante -, mas apenas... seguir em frente.
 
Eu entendo os desabafos no calor do momento, eu entendo os desabafos quando eles vem dias depois (ou semanas, ou anos, tanto faz), eu entendo até xingamentos, se eles existirem, mas não entendo essa necessidade de provocar. Essa necessidade de esfregar na cara dos outros, de maneira sistemática e depreciativa, os erros deles, ou o que pensam ser os erros deles.
 
Não é o erro que me faz desacreditar em alguém. São coisinhas como essa, atitudes como essa, que fazem eu olhar para a pessoa e perder o respeito por ela. "Eu odeio que façam isso, mas vou fazer também só pra provar um ponto, ou só porque o outro pode fazer". Eu não acredito em ninguém que não seja fiel às suas próprias convicções. Eu não confio em ninguém que não seja fiel aos seus próprios valores.
 
E não é que eu esteja sendo radical, mas o que eu posso esperar de alguém que coloca tudo de lado - até as coisas nas quais acredita - só pra provar que está certo?
 
Eu olho pra isso tudo e digo a mim mesma:
 
Keep calm and carry on.

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