quinta-feira, 28 de outubro de 2010

i know, i'm the star in somebody else's sky

Nos últimos dias não tenho postado aqui porque tenho escrito algo que me faz ter vontade de parar em todas as portas de bar da Lapa à procura da minha imagem perfeita de romantismo contemporâneo. É o tipo de coisa que me faz ouvir Blink 182 a uma da manhã de uma recém quinta-feira pensando que essa banda foi soundtrack de uma série de situações ao longo da minha vida, e que não deixa eu me importar com o fato de ser Blink 182 ao invés, não sei, Queen. Eu não tenho ligado pra tantas coisas, ultimamente, mas não significa que eu esteja apática, longe disso. Não estou indiferente nem nada, eu só não estou perdendo tempo ligando pra coisas que me poderiam me chatear.

Gosto de pensar nisso e de chamar isso de paz de espírito.

Mas olha, é uma sensação gostosa. E tenho tanta coisa pra falar, pra contar! Sobre como tudo mudou dentro da minha cabeça e do lado de cá da minha retina, que fez com que as coisas lá fora parecessem todas diferentes. Confesso que quando me sinto assim, tão em paz, fico com medo de morrer. É que a sensação é tão boa, tão boa, que eu penso que não teria tanta sorte assim de continuar viva depois de tê-la.

Deixa eu te contar um segredo? Mais um dentre os tantos outros que já contei aqui? Eu tô feliz. Eu tenho tanto pra contar, me sinto apaixonada de novo, pela vida e pelas pessoas, mas de um jeito diferente. Eu me sinto viva de novo, eu sinto que posso abraçar alguém e que isso pode ser verdade. Eu acho que descobri algo nesse meio tempo, mas ainda estou ansiosa demais pra conseguir explicar, pra conseguir dissertar a respeito.

Blink 182, bandas de rock, all star - sempre todas as estrelas. Não sei, eu poderia viver isso pra sempre. Você não?

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