sábado, 26 de junho de 2010

o terceiro sem título

tô ouvindo queen. tenho ouvido muito queen, aliás, mas você não vai encontrar nada disso no meu lastfm. não, eu não tenho vergonha de ouvir queen, embora eu duvide que isso tenha passado pela sua cabeça. acontece que eu tenho digitado os nomes de umas músicas no google, e clico nos vídeos, e fico vendo o freddie mercury cantar. ainda agora tava vendo ele cantar love of my life pra uma platéia que devia chegar aos milhares, e tava pensando que ele conseguiu. freddie mercury foi um grande cara. justin bieber tem dezesseis anos, e eu não queria desmerecer o garoto, mas daqui a quatro ou cinco anos ele pode aparecer aí batendo na namorada cantora de hip hop, ou então pode nem ser lembrado. mas freddie mercury não. freddie mercury morreu quando eu tinha pouco mais de um ano, e agora eu tô com vinte e ele ainda é lembrado. ele conseguiu aquilo que muita gente tenta e não consegue; de alguma forma ele entrou para a história.

(...) não sei qual é a chave. o primeiro passo parece ser se tornar uma pessoa pública, porque a história não pertence aos anônimos. é curioso. o palco é grande, são bilhões de contra-regras, mas o espetáculo nunca é bom o suficiente, nunca é espetáculo de verdade.

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