segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

reminiscências da linha dois

No metrô, um casal ocupava o espaço da lembrança de nós dois. Olhos fechados, então. Ri um riso de nostalgia gostosa, saudando o inevitável vislumbre de minha vida passada - aquela a qual você costumava estar presente. Mas não deu tempo de lamentar a ausência -, e de qualquer forma eu não lamentaria, não mais. Saltei na estação de sempre sem esperar que você viesse logo atrás de mim. A vida continua boa.

Um comentário:

phi disse...

porque existem inevitáveis, eu fico bem por te ver bem também.

=*

(voltei, agora aqui.)