terça-feira, 21 de abril de 2009

pr'aquela que veio

Eu poderia dizer que fico grata ou que tenho simplesmente muita sorte, mas acho que chegamos num nível em que agradecimento nenhum é capaz de traduzir o sentimento - isso que a gente tem e divide a mais de mil quilômetros.

Não, não se trata mais de gratidão. Não se trata de sentir obrigação em retribuir, não se trata de dar valor a algo só porque uma pessoa foi realmente gentil num momento em que você precisou - é algo que vai além; é algo que transcede esse tipo de sensação - que em momento algum é ruim ou pequena ou irrelevante, mas que só não consegue se equiparar a isso que temos agora. Isso que eu sequer sei o nome, mas que eu posso arriscar chamar de amor (ou algo que consiga abranger o termo incondicional em seu significado sem ser ou soar completamente babaca ou vazio ou cego).

Não é um post de resposta, embora possa ser interpretado desta forma. Não é um post de agradecimento, embora ele também esteja repleto disso.

É um post sobre aquilo que eu não entendo, aquilo do qual eu rio ao pensar; um post sobre uma viagem que eu farei e sobre o quanto eu, pequena sentimental que sou, irei chorar ao chegar ao meu destino, mas não por gratidão. Por felicidade, apenas.

Taí. Acho que que descobri o nome disso, afinal.

2 comentários:

Cami Rocha disse...

Vc vai vir pra cá...?

q

*chute*

Katherine disse...

dlkfjdsoifdsjoifjoiwjriosdfmsd